Terça-feira, 01 de Julho de 2008

Desde sempre nos achamos senhores e donos do mundo.

Desde sempre consideramos a nossa presença, como que necessária para o normal funcionamento do meio onde nos integramos. Mas tal não é verdade. Se pensarmos bem...é absolutamente absurdo!

Nós indispensaveis? Porquê? Quantas milhares de pessoas não passam por onde passamos todos os dias? Quantas milhares de pessoas não passaram por esses mesmo sitios, nesses mesmos locais, num qualquer tempo pertencente ao passado.

 

Somos muito tolos, realmente.

 

Doi bastante quando o entendemos, aliás é uma dor tão profundo que por mais que a queiramos esquecer, esta deixa de ser um mero pensamento para passar a ser uma certeza absoluta.

 

O nosso eterno carrasco: a verdade

 

Apesar de ser o nosso infortúnio, a nossa vergonha, o nosso desespero...a verdade é escassa, a verdade pertence a poucos, aliás pertence a quem? Creio que a verdade não seja uma forma absoluta de conhecimento, uma forma eterna, neutra ou mesmo definitiva de um estado que julgamos ser do nosso entendimento. A verdade depende de cada um de nós, a verdade relaciona-se da forma mais intima que possamos imaginar, com o nosso próprio ser, com a nossa própria forma de encarar a realidade, ou com aquilo que julgamos ser a realidade, uma vez que também esta é bastante relativa. Talvez a dita verdade, não passe de uma descoberta do nosso interior, uma forma de entendermos as nossas acções, os nossos medos, os nossos complexos.

Daria tudo pela verdade, daria tudo para acalmar o meu espirito, para entender o que não compreendo...

Será tal possivel?

Serei eu capaz de algum dia atingir esse estado de eterna plenitude?

Será mesmo o meu mal pensar de mais?..talvez me deva dedicar ás cores da moda, aos vestidos que não assentam bem em todas as formas femininas...sim talvez..deva dedicar o meu tempo a comentar o superficial e desinteressante...talvez seja esse o caminho...



publicado por Janinha às 23:54
boa noite... perdido num momento vim parar a este blog... e sinceramente fiquei... estupefacto... em primeiro lugar porque... palavras eloquentes e de uma inteligência fantástica... e em 2º porque reflectem o meu pensamento... talvez eu próprio devesse escrever assim... numa de um misto de desabafo e loucura... enquanto correm lagrimas, ou enquanto se sorri... simplesmente enquanto os sentimentos ecoem e voam nos pensamentos... parabens plas magnificas palavras... posso dizer que... pelo menos na minha perspectiva te entendo (se me permitirs que te trate por tu)... se kisers falar apita... cumps...
perdido no tempo e no espaço... a 4 de Julho de 2008 às 23:29

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