Segunda-feira, 28 de Março de 2011

Escorrem-me lágrimas pelo rosto enquanto dilacero mais uma dessas tuas parcelas de gente desfragmentada

Escorrem-me lágrimas pelo rosto enquanto mais uma vez enterro a certeza segura diante de mim

Alago o peito de pecados, remorsos e tristezas, afogo-o sabendo que em breve afogar-se-á nessa massa que me inunda esse mesmo peito que inspira e expira esse teu tormento

Limpo os olhos uma e outra vez, enterro-a uma e outra vez, choro pela última vez, não mais chorarei diante de mim.

Quero-te entender, pelo menos sentir o que sentes quando pensas que ninguém mais o entende

Queria juntar as mãos nas tuas e perceber quem mais me pertence, senão tu, eterno e desgostoso momento

Diz-me que és assim, que te aceitas como és e dir-te-ei que sou assim e que me aceito como sou

Cai em ti, chora para fora, grita o desgosto e recria o reconforto da aceitação de espírito

Exasperante, grita de raiva, coragem e certeza e diz-lhes, isso, diz-lhes que também tu sabes mudar

 



publicado por Janinha às 22:57
ola...ola
perguntei me por ti
c estas?força,fe,esperança
que tudo o que desejes se concretize
um bjinho e boa semana(continuaçao,pelo menos)
luadoceu a 29 de Março de 2011 às 13:57

Ola!

Pois, por vezes andamos um bocadinho perdidas da escrita!..

Agradeço imenso os comentários e desejo-lhe exactamente as mesmas coisas, incluindo muita felicidade e alegria..talvez dê jeito! =)

Bjs e boa semana!
Janinha a 30 de Março de 2011 às 18:38

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